Infertilidade masculina afeta casais que tentam engravidar por doze meses sem sucesso. Infertilidade masculina envolve alterações no sêmen, hormônios ou anatomia. Avaliação estruturada identifica causas reversíveis e define intervenções com boa chance de resultado. Buscar ajuda cedo reduz estresse e encurta o caminho até a concepção.

A investigação começa com história clínica e espermograma. Dois exames confirmam o perfil seminal. Hábitos, cirurgias prévias e infecções direcionam hipóteses. Quando necessário, o urologista amplia a análise com imagem e testes hormonais. O plano claro evita atrasos e indica o tratamento certo no tempo certo.

O que é e quando suspeitar?

Considera-se infertilidade após 12 meses de tentativas regulares sem contracepção. Azoospermia, oligozoospermia e alterações morfológicas explicam parte dos casos. Sintomas urinários, dor escrotal e variações de libido ajudam no raciocínio. Idade da parceira e tempo de tentativa modulam a estratégia.

Sinais de alerta pedem avaliação precoce. História de criptorquidia, trauma testicular, quimioterapia ou infecções genitais elevam o risco. Tabela hormonal anônima ajuda pouco sem contexto. Consulta com urologista integra achados e reduz exames redundantes.

Principais causas

As causas dividem-se em pré-testiculares, testiculares e pós-testiculares. Alterações hormonais reduzem produção. Doenças testiculares comprometem células germinativas. Obstruções nos ductos impedem a saída dos espermatozoides. Hábitos cotidianos agravam o quadro e costumam passar despercebidos.

Entre as etiologias mais comuns, destacam-se:

Diagnóstico urológico passo a passo

O roteiro inclui história dirigida, exame físico e dois espermogramas com preparo correto. Avalia-se concentração, motilidade e morfologia. Correções pré-analíticas evitam falsos resultados. Quando indicado, solicitam-se FSH, LH, testosterona e prolactina.

A imagem complementa casos selecionados. Ultrassom escrotal avalia varicocele e anatomia. Ultrassom transretal pesquisa obstruções. Na azoospermia, distinção entre obstrutiva e secretora orienta conduta. Ressonância e testes genéticos entram em cenários específicos, com indicação criteriosa.

Tratamentos que funcionam

O tratamento alinha causa, tempo de tentativa e idade da parceira. Correções de hábitos, suplementação direcionada e controle de comorbidades elevam a qualidade seminal. Terapias hormonais auxiliam quadros selecionados. Antibióticos tratam infecções documentadas.

Intervenções cirúrgicas têm papel definido. Correção de varicocele pode melhorar parâmetros. Reversão de vasectomia atende casais com desejo reprodutivo. Quando necessário, a captura espermática viabiliza fertilização assistida. A decisão integra as probabilidades e janelas reprodutivas do casal.

Prevenção e estilo de vida

Mudanças simples geram impacto real. Parar de fumar, reduzir álcool e evitar anabolizantes melhora o espermograma. Sono adequado, peso saudável e manejo do estresse sustentam o eixo hormonal. Proteção térmica ajuda: evitar calor prolongado na região escrotal.

Cuidados diários sustentam resultados clínicos. Atividade física regular melhora sensibilidade insulínica e perfil hormonal. Nutrição rica em antioxidantes apoia a espermatogênese. Revisões programadas ajustam condutas. Disciplina no seguimento antecipa recaídas e otimiza chances do casal.

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